Quinta-feira, Maio 04, 2006

Número de blogs cresceu 60 vezes em 3 anos

O número de blogs existentes é 60 vezes mais do que se verificava há três anos atrás, indica o estudo «O Estado da Blogosfera» realizado pelo site especializado Technorati.
Segundo o estudo, existem 35,3 milhões blogs e todos os dias são criados, em média, 75 mil blogs.
A percentagem de bloggers que continuam a publicar conteúdo nos blogs ao fim de três meses é de 55%, cerca de 19,4 milhões de bloggers, e são publicadas 1,2 milhão de notas por dia nos blogs.

Lucros do Google cresceram 60% até Março

A Google, empresa que detém o motor de busca na Internet, anunciou um aumento de 60% nos lucro do primeiro trimestre de 2006, impulsionada pelo aumento de receitas de publicidade na web.
Os números publicados depois do último fecho das bolsas em Nova Iorque indicam um acréscimo de 79% nas receitas e uma quota de 49% no mercado disputado pela Yahoo e a Microsoft (MSN).
Assim, o resultado líquido apurado ascende a 592 milhões de dólares, sobre receitas de 2,25 mi milhões de dólares.
Excluindo as taxas pagas a distribuidores de tráfego na Internet, as receitas subiram 92%, até 1,53 mil milhões de dólares. Cerca de 58% das receitas da Google são geradas através de recursos próprios e os restantes 49% por parceiros de conteúdos.
No trimesre, a empresa acrescentou 1.100 empregados ao seu efectivo e continua a ganhar quota na indústria de publicidade através da Internet.

Downloads musicais ganham peso nas vendas da EMI e Universal

A britânica EMI e a Universal Music, filial da Vivendi, anunciaram números trimestrais na quinta-feira, e de acordo com os dados a facturação com vendas de música pela Internet já tem peso significativo no balanço.
A receita gerada por canais electrónicos já representa, respectivamente, 5,5% e 10% do total da facturação da EMI (Coldplay, Robbie Williams, Stones, entre outros) e a Universal (Andrea Bocelli, Jack Johnson e Prince, entre outros).
As líderes europeias rivais da Warner Music mostram-se confiantes no crescimento do segmento digital já que a indústria tem alcançado avanços na regulação contra a pirataria e o download ilegal de registos.
Ambas projectam crescimentos relativos em redor de 150% na facturação gerada por canais digitais.

China e EUA são os principais emissores de spam

A China está a tornar-se o principal emissor de spam do planeta, um título que até ao momento pertencia aos Estados Unidos. De acordo com a empresa de segurança informática Sophos, os dois países enviam 45% do correio não solicitado em circulação.
No seu ultimo relatório a Sophos indica que nos primeiros quarto meses de 2006, os EUA foram responsáveis por 23,1% do spam enviado, enquanto a China foi o país emissor de 21,9%. Até ao fim do ano, A China deverá passar a principal emissor, indica o documento.
O relatório elogia os esforços levados a cabo pelas autoridades norte-americanas para controlar o correio não solicitado. «Há dois anos, os EUA representavam metade do spam enviado no mundo – actualmente representa menos de um quarto, um número que confirma que mais norte-americanos estão alertados para a necessidade de proteger os computadores de casa dos piratas informáticos», adianta o consultor da empresa, Graham Cluley.

Empresa Alemã quer lançar motor de busca em árabe

A empresa alemã Seekport anunciou que planeia lançar, com a saudita Integrated Technical Solutions, um motor de busca completo em árabe. «Sawafi» será o nome do sistema, cujo lançamento está previsto para finais de 2006 e que será o primeiro do género em árabe.
«Não há um motor de busca na Internet preparado em exclusivo para o árabe», segundo Hermann Havermann, director geral da empresa alemã. Havermann acrescentou que «existem motores de busca, mas fazem as buscas em agendas. Não há nenhum disponível que faça buscas globais na Internet.
O responsável da empresa frisou ainda que «se nos fixarmos nos serviços de busca internacionais, esta funcionalidade é inexistente. Este mercado realmente tem falta de um motor de busca árabe».
A empresa espera obter com o projecto um êxito semelhante ao obtido pelo motor de busca chinês «Baidu», que conseguiu liderar o mercado do país asiático, que possuía um motor próprio.
A iniciativa pretende também a inclusão de publicidade nas buscas. Neste contexto, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos poderiam representar bons mercados para a publicidade em árabe no site.
«Os motores de busca dependem dos benefícios da publicidade, e fazem falta sócios e agências de marketing, que estão no Dubai», afirmou Havermann. «Por outro lado, o mercado de utilizadores está na Arábia Saudita», concluiu.

Los Angeles Times suspende blog por violação da ética

O jornal Los Angeles Times suspendeu um dos seus mais populares blogs, «Golden State», porque o seu criador, o jornalista Michael Hiltzik, utilizava pseudónimos para esconder a sua identidade.
O diário considera que «se trata de uma violação da ética, que requer que os seus jornalistas se identifiquem perante o público», assegurou no seu site.
A utilização dos pseudónimos foi fruto de uma disputa entre Hiltzik, prémio Pulitzer em 1999, e outros blogs californianos, de política conservadora.
O Los Angeles Times ainda não esclareceu publicamente qual será o efeito da suspensão do blog na carreira do jornalista deste órgão de comunicação.
A última entrada de Hiltzik, intitulada «Outra Voz na Imigração», foi dedicada aos empresários que manifestaram o seu apoio aos imigrantes.

Terça-feira, Maio 02, 2006

Medidas de Segurança das redes e da informação


As medidas propostas são:
  • Sensibilização: deve ser lançada uma campanha pública de informação e educação e devem ser promovidas as melhores práticas.
  • Sistema europeu de alerta e informação: os Estados-Membros devem reforçar as suas equipas de resposta a emergências informáticas (CERT) e melhorar a
    coordenação entre elas. A Comissão irá examinar com os Estados-Membros o modo de organizar a nível europeu a recolha de dados, a análise e o planeamento de respostas avançadas para as actuais e novas ameaças à segurança.
  • Apoio tecnológico: o apoio à investigação e desenvolvimento no domínio da segurança dever ser um elemento-chave do 6º Programa-Quadro e estar integrado numa estratégia mais vasta de melhoria da segurança das redes e da informação.
  • Apoio à normalização e certificação orientadas para o mercado: as organizações europeias de normalização são convidadas a acelerar os seus trabalhos sobre interoperabilidade. A Comissão continuará a apoiar as assinaturas electrónicas e o desenvolvimento do IPv6 e do IPSec e avaliará a necessidade de uma iniciativa no plano jurídico para o reconhecimento mútuo de certificados. Os Estados-Membros devem efectuar uma revisão de todas as normas de segurança nesta matéria.
  • Quadro jurídico: a Comissão criará um inventário das medidas nacionais que foram tomadas em consonância com a legislação comunitária neste domínio. Os Estados- Membros devem apoiar a livre circulação de produtos de cifragem. A Comissão irá propor legislação relativa à cibercriminalidade.
  • Segurança nas administrações: os Estados-Membros devem incorporar soluções de segurança eficazes e interoperáveis nas suas actividades de administração em linha e concursos públicos electrónicos. Os Estados-Membros devem recorrer às
    assinaturas electrónicas quando oferecem serviços públicos. A Comissão reforçará os seus requisitos de segurança nos seus sistemas de comunicações e informação.
  • Cooperação internacional: a Comissão reforçará o dialogo com organizações e parceiros internacionais sobre segurança das redes e da informação.

Segurança das redes e da informação: Proposta de abordagem de uma política europeia


A segurança está a tornar-se uma prioridade absoluta, dado que as comunicações e a informação se tornaram um factor essencial no desenvolvimento económico e social. As redes e os sistemas da informação servem actualmente de suporte a serviços e transportam dados numa escala que ainda há poucos anos era inconcebível. A sua disponibilidade é vital para outras infra-estruturas, como o abastecimento de água e de electricidade. Como todos (empresas, cidadãos, administrações públicas) desejam explorar as possibilidades das redes de comunicações, a segurança destes sistemas está a tornar-se um pré-requisito para novos progressos.
Neste contexto, o Conselho Europeu de Estocolmo, realizado em 23-24 de Março de 2001, estabeleceu nas suas conclusões que o Conselho, juntamente com a Comissão, irá elaborar uma estratégia global de segurança das redes electrónicas, incluindo acções práticas de execução, que deverá ser apresentada ao Conselho Europeu de Göteborg. A presente comunicação é a resposta da Comissão Europeia a esse pedido.
A segurança das redes e da informação pode ser entendida como a capacidade de uma rede ou sistema da informação para resistir, com um dado nível de confiança, a eventos acidentais ou acções maliciosas. Estes eventos ou acções podem comprometer a disponibilidade, autenticidade, integridade e confidencialidade dos dados armazenados ou transmitidos e dos serviços conexos oferecidos através dessa rede ou sistema. Estes incidentes de segurança podem ser agrupados do seguinte modo:
  • As comunicações electrónicas podem ser interceptadas e os dados copiados ou alterados, o que pode causar danos tanto através da invasão da privacidade das pessoas como através da exploração dos dados interceptados.
  • O acesso não autorizado a computadores e redes informáticas é feito habitualmente com a intenção maliciosa de copiar, alterar ou destruir dados.
  • Os ataques causadores de perturbações na Internet tornaram-se bastante comuns; no futuro, a rede telefónica pode tornar-se também mais vulnerável.
  • O software malicioso, como os vírus, pode incapacitar computadores e apagar ou alterar dados. Alguns ataques recentes com vírus foram extremamente devastadores e originaram custos muito elevados.
  • A falsa identidade de pessoas ou entidades pode causar danos substanciais; por exemplo, os clientes podem descarregar software malicioso de um sítio Web que se apresenta como uma fonte merecedora de confiança, os contratos podem ser repudiados, informações confidenciais podem ser enviadas para pessoas que as não deveriam receber.
  • Muitos incidentes de segurança devem-se a eventos não previstos e não intencionais, como desastres naturais (inundações, trovoadas, sismos), falhas de hardware ou software ou ainda erro humano.

GLOSSÁRIO DA TMN



A TMN apresenta um glossário sobre conceitos do que são os serviços de software. Por isso vale a pena visitar o site para quem não sabe o que significa as funções dos serviços e software: http://www.mytmn.pt/staticni/web/glossary.html
Visite-o....

Sociedade da Informação favorece inclusão social

Mariano Gago, ministro da Ciência e da Tecnologia, afirmou que o desafio que se coloca á sociedade de informação é o de alargar a inclusão social a diversas camadas da população como os deficientes e os idosos ou residentes em locais mais interiores para que possam ter mais "cidadania".
Este tema será submetido á Cimeira União Europeia.
Da declaração deverá constar também uma intenção de construir e reforçar a ligação de redes de informação da União Europeia, que possui uma experiência maior na área, no que diz respeito ás comunidades científicas e académicas.Deverá ainda debruçar-se sobre questões de operacionalidade da rede entre a América Latina e a Europa, nomeadamente na equiparação de normas na televisão digital.
A Sociedade do Conhecimento refere que, na Sociedade da Informação, a informação e o conhecimento desempenham um papel fundamental em todos os tipos de actividade humana em consequência do desenvolvimento da tecnologia digital e da internet, induzindo assim novas formas de organização da economia e da sociedade.

Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

Uma “sociedade da informação” que ameaça reforçar as desigualdades

No âmbito da forte inclinação para reduzir a SI (Sociedade da Informação) às TIC, a Educação na SI tende e ser entendida simplesmente como aproveitamento das TIC para fins educativo-escolares (fonte de conteúdos, reforçador didáctico, individualizador do ensino e da aprendizagem, ajuda à capacitação e à tarefa docente, facilitador no ensino para pessoas com necessidades educativas especiais, etc.), usar na escola ou ampliar o campo de aprendizagem fora dela, ajudar o docente, ou melhor, substituí-lo. “Educação e TIC” ou “Uso das TIC na educação”, ou “alfabetização digital” são actualmente modos concretos de se referir a esta visão da Educação na SI. Muitos ainda a confundem com educação virtual ou electrônica (e-learning), privilegiando assim o meio e os ambientes, deslocando o sistema escolar como eixo da educação e as aprendizagens sistemáticas, e freqüentemente reforçando por esta via a forte tendência actual à privatização da educação.
Normalmente, são mencionados como características constitutivas da Educação na SI: oferta educativa ampla, flexível, diversificada, individualizada, adequada às necessidades de grupos e objectivos específicos. As preocupações continuam centralizadas em torno da oferta, das oportunidades e do acesso (ao computador, à Internet) mais do que em torno da pertinência e da qualidade de conteúdos e métodos, das condições de produção e difusão de tais conteúdos e, geralmente, da pergunta de qual informação/educação e para quê (impacto social). O hardware prevalece sobre o software das tecnologias e da própria educação, a informação sobre a comunicação, o conhecimento e a aprendizagem. Da mesma forma, prima um enfoque passivo e reativo diante das TIC - vistas como ferramentas capazes de difundir informação - ao invés de um enfoque activo e proactivo que vê os indivíduos não unicamente como consumidores, mas também como criadores de informações e conhecimento.

Um espaço único europeu da informação


A fim de encorajar um mercado interno aberto e concorrencial para a sociedade da informação e dos media, criou-se o i2010. O primeiro objectivo da iniciativa i2010 é criar um espaço único europeu da informação que ofereça comunicações de elevado débito seguras e a preços acessíveis, conteúdos de qualidade e diversificados e serviços digitais. A Comissão procura responder a quatro grandes desafios:
Aumentar a velocidade dos serviços de elevado débito na Europa.
Incentivar novos serviços e conteúdos em linha.
Promover equipamentos e plataformas que comuniquem entre si.
Tornar a Internet mais segura contra a fraude, os conteúdos nocivos e as falhas tecnológicas.

Para criar o espaço único europeu da informação, a Comissão prevê:
Rever o quadro regulamentar das comunicações electrónicas , incluindo a definição de uma estratégia eficaz de gestão do espectro de radiofrequências.
Criar um quadro coerente para os serviços da sociedade da informação e dos media através:
- da modernização do quadro jurídico para os serviços audiovisuais, começando pela revisão da Directiva « Televisão sem fronteiras » (2005);
- da eventual adaptação do acervo comunitário que tenha incidência nos serviços da sociedade da informação e dos media (2007);
- da promoção de uma aplicação rápida e eficaz do acervo existente e actualizado.

Apoiar permanentemente a criação e a difusão de conteúdos europeus, nomeadamente através dos programas « eLearning » e «eContentplus ()» e seus sucessores.
Definir e executar uma estratégia para uma sociedade da informação europeia segura, nomeadamente através da sensibilização para a necessidade de autoprotecção, vigilância e monitorização das ameaças e de uma resposta rápida e eficaz a ataques e falhas nos sistemas (2006).
Identificar e promover acções com objectivos muito específicos em matéria de interoperabilidade, nomeadamente para a gestão dos direitos digitais (2006/2007).

TIC no ensino



As TIC assumem cada vez mais um papel destacado na sociedade actual, estão muitas vezes presentes na comunicação entre os homens.
O combate à info-exclusão deve ser praticado na escola, dando igualdade de oportunidades aos alunos, no acesso às novas tecnologias da informação e da comunicação.
“Constitui ainda formação transdisciplinar de carácter instrumental a utilização das tecnologias de informação e comunicação, a qual deverá conduzir, no âmbito da escolaridade obrigatória, a uma certificação da aquisição das competências básicas neste domínio.”
Artigo 6ºDecreto-Lei nº 6/2001 de 18 de Janeiro

Terça-feira, Dezembro 06, 2005

Projectos Virtuais na UM

A Universidade do Minho (UM) tem um Campus Virtual (http://www.campusvirtual.uminho.pt/). Todos na UM têm existência na net ao nível oficial, de processo e privado. Todo o espaço da UM é um espaço de concexão à net. Todo ou quase todo o aluno, professor e funcionário da Um tem um computador portátil. Toda a comunicação oficial da UM é digital. Toda a informação preservada da UM é-o em formato digital. Todos na UM pertencem a uma comunidade de partilha de conhecimento. Os campi da e-UM são pólos de contaminação para o desenvolvimento de uma região de conhecimento.
A UM contém também um Repositório, o unico do país (https://repositorium.sdum.uminho.pt/). O RepositóriUM é o repositório institucional da Universidade do Minho, constituído com o objectivo de armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual da Universidade do Minho em formato digital. O RepositóriUM pretende reunir, num único sítio, o conjunto das publicações científicas da UM contribuindo desse modo para o aumento da sua visibilidade e impacto e garantindo a preservação da memória intelectual da Universidade do Minho.

Terça-feira, Novembro 29, 2005

Para entender os computadores ... :-)

Os computadores fazem nos isto ....

Os chats são interesantes, não são?! :-)

Pensar ....

Critérios de avaliação de Websites ....



Um Website tem que ser descritivo quanto ao propósito, ao objectivo, a missão e as informações. Deve ter em conta a faixa etária, o nível de educação, nível de especialização profissional. Ter Confiabilidade na fonte, ao nível de qualificações e credibilidade do autor ou da organização e instituição mantedora, ao nível de fontes de informação utilizadas. Pretende ter um alcance temático, geográfico, idionático e cronológico. Ter um Conteúdo actualizado, singular e qualidade na redacção. Uma Estrutura na informação, navegabilidade, orientação/localização, recuperação da informação, arranjo, links. Interactividade e contacto com autor, helps on-line, "cookies". Apresentação gráfica de imagens, gráficos, fotografias, ícones, cores, resolução, recursos técnicos.
Na concepção do website deve-se evitar Páginas HTML com textos longos e uso indiscriminado de imagens; Utilização de frases curtas quando do estabelecimento de links; Expressões do tipo Clique aqui; Expressões do tipo Home ou outras palavras que não façam parte do idioma em que está sendo apresentado o website; Utilização de design que retarde o acesso às páginas principais (textos preliminares longos, imagens de alta resolução ou desnecessárias); Utilização de recursos gráficos que impossibilitem a impressão integral dos textos e imagens (coloridas ou monocromáticas); Páginas em construção.

Terça-feira, Novembro 15, 2005

Divertindo .....

Sociedade em rede em Portugal


Nós vivemos numa sociedade em rede em transição, esta contém vários conceitos. Esses conceitos são: globalização, transacção de informação, comunicação, paradigma de progresso. Também contém palavras-chaves, "global", "conhecimento" e "governação". Estes conceitos vieram substituir "universal", "ciência" e "governo". Tudo isto mostra a transição que o mundo e a sociedade vive, e que é necessário compreendermos estas mudanças. A emergência da sociedade em rede leva a novos comportamentos.
O século das Luzes modificou o hábitos de leitura e de referenciação portanto é normal que os media electrónicos com textos e imagens modifique a forma de aceder, consultar, pesquisar os conhecimentos.
Nos sistema de educação vai ser necessário que se aprenda a ler e escrever na Internet, de forma a acompanhar o que é educar no século XXI. Também temos que exercer a cidadania de forma a mostrar que somos produtores e transmissores de conhecimento.
Os cidadãos e os seus direitos serão fragilizados face aos novos deveres ditados pelas necessidades “informacionais”.

Terça-feira, Novembro 08, 2005

INTERNET ...

A internet é um meio de comunicação acessivel a todos as pessoas. Ela contém vários tipos de informações, é rápido e fácil pesquisar. Mas nem toda a gente tem acesso a ela.
Estamos numa sociedade em que a internet é muito utilizada por crianças, que de certa forma não têm muita consciência do mal que os chats podem lhes trazer. Uma vez que os chats são uma forma de conhecer pessoas ás escuras, visto que essas pessoas mentem sobre a idade, aspecto, etc., levando a encontros que podem terminar mal. Como por exemplo, o caso que aconteceu na america de duas raparigas que foram mortas num desses encontros ás escuras.
Esta é uma desvantagem da internet mas, ela tem muitas vantagens, depende de quem a usa e como a usa...